terça-feira, 6 de abril de 2010
De ponta-cabeça!
ɐossǝd soɔɹɐɯ ˙˙˙¡opıʇuǝs áɹɐɟ ossı opnʇ ɐıp ɯn ǝnb oʇıpǝɹɔɐ ˙˙˙sɐɯ ˙ɐçǝqɐɔ-ɐʇuod ǝp áʇsǝ opunɯ o ǝnb ǝɔɐɹɐd ¡ɯǝɔǝʇuoɔɐ ǝnb sɐsıoɔ sɐ opuǝʇuǝ oãu ǝnb sɐɹoɥ ɯǝʇ
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Segurança
Deus é Pai. É a origem e o sustentador de nossa existência. "Nele vivemos, nos movemos, existimos"!
Um verdadeiro Cristão vive na morada dEle. Sente-se carinhosamente protegido, como um "bebê" no colo da mãe.
Eledeve ser a segurança que dissipa todos os medos e ansiedades.
Um verdadeiro Cristão vive na morada dEle. Sente-se carinhosamente protegido, como um "bebê" no colo da mãe.
Eledeve ser a segurança que dissipa todos os medos e ansiedades.
Estamos sempre voltando (um pensamento)
Lembro que meus avó me "acocavam" (acho que a maioria dos avós são assim): na casa deles, eu sempre podia fazer coisas que, na minha, seriam inconcebíveis! Era realmente ótimo passar a noite na casa de meus avós!...
...Mas, no fundo, eu sabia que ali eu estava sendo "estragado", com todos aqueles mimos. Na minha casa, havia disciplina; na de meus avós, apenas prazer.
O meu ponto é que os seres humanos só querem prazer, fugindo da disciplina, que não costuma ser agradável e que até, algumas vezes, vem acompanhada de algum sofrimento. Porém, por outro lado, no fundo sabemos que é a melhor (e talvez única) forma de real crescimento.
Muitas vezes queremos que Deus seja nosso Avô. Mas, felizmente, Ele não o é! Deus é Pai. Um Pai que nos ama infinitamente e quer que cresçamos, mesmo que isso, hoje, nos custe algum sofrimento.
Definitivamente era bom ir à casa de meus avós. Mas, a exemplo do filho pródigo, eu sempre queria voltar para a casa de meus pais. E ser acolhido pelo amor incondicional que eles me proporcionavam.
quarta-feira, 31 de março de 2010
Quem quer um mundo "100% justo"?
Muita gente acha que o mundo deveria ser "mais justo".
Ou, até mesmo, que ele seria melhor se pudesse ser "100% justo".
Mas... Pensemos como seria um mundo assim...
O tabalhador que se empenhasse mais, ganharia imediatamente um salário maior. Por outro lado, se alguém contasse uma mentirinha, então em instantes uma partezinha de sua língua cairia.
E poderemos imaginar inúmeros exemplos semelhantes! Como este: cada cidadão que declarasse seus impostos de forma corretíssima, como se espera que todo mundo faça, receberia momentos de prazer, períodos de satisfação, ou mesmo alguns orgasmos. Por outro lado, quem sonegasse seus impostos, receberia feridas no corpo, hemorróidas, ou alguma desgraça qualquer.
Mas em mundo assim, aparentemente justo, fica fácil percebermos que em um curto espaço de tempo nos tornaríamos autômatos. E faríamos qualquer coisa, e todas as coisas, de modo absolutamente egoísta, de forma interesseira.
Seria o mundo do "toma-lá-dá-cá", do "não pregar prego sem estopa". E as pessoas todas diriam: - "Faço, porque recebo de volta: é simples assim!".
Desta forma seríamos de fato máquinas, voltadas para o nosso próprio umbigo mecânico. E máquinas desconfiadas, previnidas, infelizes.
Há um texto muito antigo, que é normalmente conhecido por "Livro de Jó". Nele, o Criador permite com que Jó (um homem que ama) receba aflições severas (sendo que, a princípio, não haveria motivo para isso, posto que Jó era um homem reto). Mas ele sofre imensa dor e grandes perdas. No entanto, mantém-se firme no seu relacionamento com o Criador, demonstrando a possibilidade do amor puro, verdadeiro, sem qualquer interesse. Do amor que não julga. Do amor que não é automatizado, nem imposto por alguém (ou por uma recompensa qualquer que pudesse vir como resultado desse amor). Algo que, efetivamente, parte da mais íntima vontade...
...do próprio homem, que foi posto no mundo com plena liberdade para decidir! E para amar, de forma livre, desprendida, não interesseira. E para, assim (e só assim), poder ser feliz.
Ou, até mesmo, que ele seria melhor se pudesse ser "100% justo".
Mas... Pensemos como seria um mundo assim...
O tabalhador que se empenhasse mais, ganharia imediatamente um salário maior. Por outro lado, se alguém contasse uma mentirinha, então em instantes uma partezinha de sua língua cairia.
E poderemos imaginar inúmeros exemplos semelhantes! Como este: cada cidadão que declarasse seus impostos de forma corretíssima, como se espera que todo mundo faça, receberia momentos de prazer, períodos de satisfação, ou mesmo alguns orgasmos. Por outro lado, quem sonegasse seus impostos, receberia feridas no corpo, hemorróidas, ou alguma desgraça qualquer.
Mas em mundo assim, aparentemente justo, fica fácil percebermos que em um curto espaço de tempo nos tornaríamos autômatos. E faríamos qualquer coisa, e todas as coisas, de modo absolutamente egoísta, de forma interesseira.
Seria o mundo do "toma-lá-dá-cá", do "não pregar prego sem estopa". E as pessoas todas diriam: - "Faço, porque recebo de volta: é simples assim!".
Desta forma seríamos de fato máquinas, voltadas para o nosso próprio umbigo mecânico. E máquinas desconfiadas, previnidas, infelizes.
Há um texto muito antigo, que é normalmente conhecido por "Livro de Jó". Nele, o Criador permite com que Jó (um homem que ama) receba aflições severas (sendo que, a princípio, não haveria motivo para isso, posto que Jó era um homem reto). Mas ele sofre imensa dor e grandes perdas. No entanto, mantém-se firme no seu relacionamento com o Criador, demonstrando a possibilidade do amor puro, verdadeiro, sem qualquer interesse. Do amor que não julga. Do amor que não é automatizado, nem imposto por alguém (ou por uma recompensa qualquer que pudesse vir como resultado desse amor). Algo que, efetivamente, parte da mais íntima vontade...
...do próprio homem, que foi posto no mundo com plena liberdade para decidir! E para amar, de forma livre, desprendida, não interesseira. E para, assim (e só assim), poder ser feliz.
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